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CONTAG recebe prêmio por seu trabalho na luta contra o traba...
Em Montevidéu,
Brasil
TRABALHO ESCRAVO

Com Alberto Broch
Campanh CONTAG - Rel-UITA

CONTAG recebe prêmio por seu trabalho na luta contra o trabalho escravo
Dia 12 de dezembro, a presidenta Dilma Rousseff entregou a 19ª edição dos Prêmios Direitos Humanos, junto com a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. O ato aconteceu durante as atividades do Fórum  Mundial de Direitos Humanos nesta semana em Brasília.
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Em diálogo com A Rel, Alberto Broch, presidente da CONTAG, destacou que para a Confederação foi uma honra receber o Prêmio Direitos Humanos por seu trabalho no combate ao trabalho escravo.
 
“Esta distinção da Secretaria de Direitos Humanos, é sem dúvida alguma, uma forma de reconhecimento ao trabalho que a CONTAG vem realizando há muitos anos no que se refere ao trabalho escravo; a promoção e a criação de marcos regulatórios para o seu combate vêm sendo discutidos no Congresso Nacional”.
 
“Mas, também –continuou– é o reconhecimento ao trabalho diário que realizamos junto às nossas federações e sindicatos, por assinarmos centenas de convenções coletivas protetoras dos direitos fundamentais dos trabalhadores rurais”, disse, acrescentando também que “temos mais de 600 convênios assinados nos setores da cana de açúcar, da agricultura e da fruticultura que garantem condições de trabalho dignas e isto, creio, faz com que o trabalho escravo – que envergonha o Brasil inteiro– tenha menos margem.”.
 
O Prêmio Direitos Humanos é a maior condecoração outorgada pelo governo brasileiro a pessoas físicas ou jurídicas que realizam tarefas destacadas dentro da área dos direitos humanos.
 
“Neste ano o prêmio foi concedido pela primeira vez a uma pessoa jurídica. Nesta edição, 47 inscrições foram apresentadas e a CONTAG foi a vencedora”, destacou Alberto.
 
Segundo o presidente da CONTAG, nos últimos anos foram liberados mais de 40.000 trabalhadores rurais que permaneciam em condições análogas à escravidão.
 
“Se por um lado o trabalho escravo ou análogo ao trabalho escravo não é exclusividade do setor rural, é nele onde recaem as cifras simbolicamente mais elevadas”.
 
Por último, Alberto estendeu este prêmio à Rel-UITA, "há anos trabalhamos junto a nossa Internacional contra a violência no campo e ultimamente realizamos uma forte campanha contra o trabalho escravo.  Portanto, é mais do que justo que este prêmio também pertença à Rel-UITA", concluiu.
   
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Rel-UITA
17 de dezembro de 2013
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