3º Festival da juventude rural
dos jovens no campo

-As melhores. Estamos esperando aproximadamente 5 mil jovens que virão de todas as regiões do país e de outros dez países da América Latina.
Este festival, como encontro latino-americano, surgiu depois de um seminário internacional realizado pela Contag em 2013, onde foi colocado o fato de que a realidade dos jovens rurais brasileiros não difere da realidade da maioria dos jovens agricultores ou assalariados rurais do restante do continente.
Desde então, estamos organizando este evento, como uma importante plataforma de reivindicações para os jovens do meio rural.
-Quais são os eixos temáticos desta edição?
-Estaremos debatendo a questão dos jovens e da terra; a permanência da juventude no campo; a agricultura ecológica e familiar; a educação no campo; a saúde; o trabalho decente no meio rural; os jovens e a militância sindical, entre outras questões.
Deste encontro surgirá uma carta de reivindicações que será entregue ao governo do Brasil, buscando que, a partir deste documento, o Estado formule políticas públicas dirigidas à juventude rural.
Em 2014, realizamos 5 festivais regionais e viemos com uma pauta bastante ampla para apresentar.
-Este ano também vão marchar no último dia?
-Sim, e será este o ponto mais forte do encontro. No dia 30 marcharemos até a esplanada do Congresso, sob o lema “ato pela reforma política”.
Continuamos reivindicando políticas públicas que garantam a permanência dos jovens no meio rural, com qualidade de vida, e que melhorem os programas já existentes, como o Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf Jovem) que foi uma vitória da juventude rural, mas que na prática ficou muito burocrático.

